Nem tudo termina em Pizza

18 mai

Pão de Fibras

Tranças

O famoso Pão de Queijo

Eu nem imaginei que um dia eu chegaria a 250 km corridos. Divididos em 40 corridas, aproximadamente, mas corridos por mim. Eu confesso que fiquei bem orgulhosa do meu feito, apesar de sentir vez por outra um certo peso nas pernas, braços e pontadas no estomago enquanto a corrida está em curso.

A tentação de correr mais e mais rápido é sempre latente em qualquer iniciante com olhinhos brilhantes, mas o pé no freio de uma pessoa com mais experiência em esportes do seu lado, como o Felipe, me impede de quebrar as canelas no meio e estragar todo o plano.

Um coisa é certa virei corredora nesses últimos 6 meses. Mas será que eu sou uma atleta?

Outras coisa também é certa comecei aulas de Panificação e decidi que talvez eu queira ser padeira!

Ô vida difícil de decidir sô!

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Sopinha de Abóbora do Mestre Bocuse

3 mai

Como eu sempre digo, tudo pode, desde que fique bom. Essa receita pedia croutons e crème fraîche e eu simplesmente ignorei! Até porque tô light agora, benhê! Enfim, bem vindo inverno, sopinha do Bocuse (mestre da nouvelle cuisine) e tchaus porque o frio nas mãos dessa moça de Recife tá tanto que não estou conseguindo nem escrever… Uhhh

Sopa de Abóbora, de Paul Bocuse

Sopa de Abóbora (do livro Bocuse em sua Cozinha)

(para 4 pessoas)

  • 500 g de abóbora (tipo jerimum)
  • 300 g de batata
  • 2 alhos-porós
  • 100 ml de crème fraîche (creme de leite fresco, levemente acido*) – Se não encontrar ou não quiser fazer, não tem problema, use bolinhas de queijo de cabra ou uma colher de chá de creme de leite para decorar. O crème fraîche complementa a receita, mas a sopa sem ele já é uma delícia!
  • 12 croûtons na manteiga
  • 60 g de manteiga
  • noz-moscada
  • sal e pimenta-do-reino

Descasque, lave e corte a abóbora em pedaços de 2 cm. Faça o mesmo com as batatas. Limpe o alho-poró e corte-o em rodelas.

Coloque a abóbora e a batata em água fria e leve para cozinhar. Em um frigideira refogue o alho-poró na manteiga e junte-o à abóbora e à batata. Deixe ferver em fogo médio por cerca de 20 minutos, sem cobrir.

Terminado o cozimento bata tudo no liquidificador até obter um creme. Lembre-se que quanto mais você bater mais lisinha ficará a sua sopa. Acerte sal e pimenta-do-reino. Deixe cozinha em fogo brando por mais 5 a 7 minutos. Aqueça a sua sopeira. Acrescente o crème fraîche à sopa e rale um pouco de noz moscada sobre ela. Sirva com os croûtons!

*crème fraîche /creme de leite fresco levemente ácido: Não é facilmente encontrado nos mercados brasileiros. É um creme de leite fresco super claro, com alto teor de gordura, levemente ácido (não tão ácido quanto o creme azedo). Mas misturando uma porção de creme de leite fresco, como equivalente a cerca de metade dessa porção de iogurte, depois aquecendo, deixando-o depois disso em temperatura ambiente por algumas horas e, por fim, batendo e guardando-o na geladeira, você chegará bem perto de um fraîche!

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Emil Zatopek, o Cara!

1 mai

A capa do livro e o Emil fazendo caras e bocas, correndo

Pois eu disse que iria escrever sobre o livro “Correr”, de Jean Echenoz, e aqui estou eu escrevendo sobre o corredor mais incrível que já existiu:  Emil Zatopek.

Emil Zatopek

Esse é, definitivamente, O Cara! Emil é de Praga, nasceu em 1922 e começou a correr quase que por obrigação. Daí pra ele virar um dos maiores corredores da história, foi um pulo. Ele conseguiu a façanha de ganhar ouro nos 5.000, 10.000 e na maratona em uma mesma Olimpíada, a de Helsinque, em 1952. Além dos muitos recordes nacionais e mundiais que conseguiu bater, correu e venceu a São Silvestre, em 1953, sob aplausos calorosos brasileiros.

Entretanto, Zatopek viveu o auge da sua carreira como corredor em uma época difícil na Tchecoslováquia, sendo perseguido pelo regime comunista que fez de tudo para acabar com a sua história.

“A locomotiva” como era chamado é um exemplo para qualquer corredor. Vê-lo correr é um prazer e um estímulo indispensável! E não faltam vídeos no youtube:

Mas melhor do que eu ficar falando aqui, é ler o livro escrito belissimamente por esse escritor premiado, que saiu pela Editora Alfaguara, em 2010.

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Padaria: Pão integral e mais um livro

29 abr

O pão integral

Da crise do bolo para a crise do pão, com momentos de alegria como esse pãozinho integral que é receita do livro A Dieta do Corredor, de Suzana Bonumá. Esse livro é cheio de dicas e informações importantes para ter a comida como aliada para a corrida.

A receita tá no livro que você pode encontrar aqui ó!

Pão integral

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Canjinha de Galinha

27 abr

Pra você que sente saudade da canjinha da vovó!

Um clássico das vovós, que sem dúvida tem algum segredo não revelado nos livros básicos de culinária. Sério, a canja da minha vó tem pó de pirilipimpim que a minha nunca terá. Fui toda animadinha atrás da vovó mais antiga que eu conheço, a Dona Benta, mas sabe que eu não senti firmeza na receita que estava no livro?!

Pois é eu achei que ia conseguir fazer a canja da minha vó, mas o que restou foi o que eu apelidei de água-de-galinha. =/

Claro que com um pouco mais de empenho tudo ficou melhor. Acrescentei cenoura e batata em cubos, só no finalzinho da cocção para não desmontar todos os legumes, um macarrãozinho que por pouco não foi de letrinhas, pois achei que sumiriam em um mar de frango desfiado, tomate, cebola e os dois legumes ditos cujos acima mencionados. E depois percebi meu grande erro, usei sassame (aquele pedacinho do filé de peito que fica meio soltinho quando você dessossa o frango) ao invés de pedaços mais suculentos e gordinhos como coxa, sobrecoxa, asa e coxinha da asa. Por isso água-de-galinha, mas pelo menos era light, se a gente não considerar macarrão + batata em uma mesma refeição.

A Receita de Canja Simples da D. Benta

  • 1 galinha ou frango -> Usei 500 gr de sassame
  • 2 col. (sopa) de óleo vegetal -> 1 col. (sopa) de azeite
  • 2 cebolas médias fatiadas -> 1 cebola média picada
  • 3 litros de água -> 1,5 lt de água
  • 4 tomates picados -> 1 tomatão picado
  • 1 folha de louro – > 1 né?!
  • 1 ramo de manjerona
  • 4 ramos de salsa -> 2 raminhos
  • 2 cebolinhas-verdes -> 1 cebolinha
  • 1/2 xíc (chá) de arroz – Tcharan: Macarroni!!!
  • Sal
  • e mais 1 batata em cubos e 1 cenoura em cubos!

Preparo

Refogue em azeite a cebola e os pedaços de frango sem deixar a cebola escurecer. Acrescente o tomate e deixe refogar mais um pouco. Cubra com água, acrescente salsinha e cebolinha, a manjerona e a folha de louro. Deixe cozinha até que o frango esteja cozido e macio, aproximadamente uns 40 minutos. Retire o frango do líquido do cozimento e reserve este último. Desfie a carne e volte ao caldo para completar a cocção. Ajuste temperos com sal e pimenta-do-reino. Se preferir usar arroz, coloque-o para cozinhar na canja nesse momento, quando ele estiver quase pronto, acrescente a batata e a cenoura em cubos e deixe ferver até que estejam macios. Se você optar por macarrão observe na embalagem do produto o tempo necessário para ele cozinhar e administre isso com os legumes. Nada muito complexo!

Pronto, a canjinha da vovó rejuvenescida!

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Nike Free : Um caso de amor ♡

25 abr

Meu Nike Free 5.0, testado e aprovado

Existe um mundo dos tênis de corrida bonitos, mas eu só descobri depois de começar a correr. Mesmo aqueles que eu achava horríveis, passaram até a bonitinhos por causa da minha paixão pela atividade. Porém, ninguém, ninguenzinho pode negar a Nike está arrebatando corações com seus tênis super cool e incríveis para correrE olha que eu tenho dois Mizunos amados um Wave Creation 12 e um Enigma delícia, que vão do asfalto para a trilha, passando pela esteira sem dar um pio de reclamação. Esse modelo Free da Nike tem três tipos o 5.0, o 4.0 e o 3.0, a diferença entre eles está na distância pé-solo. São super minimalistas para simular a sensação de correr descalço, mas com os pés protegidos. A Nike recomenda para corredores amadores (leia-se inexperientes como eu) uma adaptação do 5.0, passando para o 4.0 e, chegando finalmente, ao 3.0, que no caso do feminino tem apenas 160gr (peso-pena). Seu solado recortado permite movimentação total do pé, em um tênis que fica agarradinho, é super ventidalo e lindo. =)

O Mizuno Wave Creation 12

O Mizuno Enigma

Mas o que explode na linha Nike Running é realmente estilo: cores,  design,  conforto e praticidade estão em todas as peças, desde shorts, jaquetas a minha tão querida Cyclone Vapor), tênis e sem dúvida o conceito Nike Plus.

Para quem não sabe o Nike Plus permite a criação de uma rede social de corredores, além de ajudar a organizar treinos, definir metas, gravar histórico de corridas, pace, distância, tudo isso com um sensor que você insere em baixo da palmilha do tênis Nike ou, no caso dos Mizunos, em um super compartimento de silicone preso no cadarço. O sensor funciona em parceria com Iphone, Ipod Nano ou, no meu caso, o Sportband, um reloginho que tem tipo um pen drive para descarregar as informações no computador. Não é super moderno? Tô Chó, com essa Nike!

Olha eu correndo no treino #coisadaboa sábado passado com meu sportband e minha super Cyclone!

#coisadaboa

#coisadaboa

 

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Sopa creme de mandioquinha

22 abr

Croutons nadando em um círculo gordo de azeite. Super light! Só vi esse detalhe agora...

Existe coisa pior do que associar duas coisas banais e lembrar de uma música chiclete? Eu vou morrer com esse Djavan na cabeça hoje. Querem uma dica: Dia Frio + Livro … Ahhhhhh, tô querendo me jogar pela janela.

Enfim, dia frio para uma pernambucana estrangeira em terra de garoa, cheia de preguiça e solidão nesse domigão com o noivo viajando. O que me restou? Transformar 3 mandioquinhas simpáticas em algo que eu coma e não precise engordar 72 kg. O bacon foi um deslize no caminho, mas tenho certeza de que vale o mesmo que um danoninho inofensivo. “Cada um é cada um” e sabe se precisa ou não do bacon nessas condições básicas de umidade, temperatura e pressão. Lá vai a receita. Se joga…

Sopa creme de mandioquinha com croutons

Ingredientes (* 4 porções)

  • 2 cebolas
  • 1 dente de alho
  • 1 colher (sopa) de bacon em cubos
  • 500 gr de mandioquinha
  • 1 lt de água quente
  • 500 ml de água para cozinhar a mandioquinha
  • sal, pimenta-do-reino e 1 pitada de noz moscada

Preparo

Descasque e corte em pedaços a mandioquinha, coloque-a para cozinhar em água até ficar macia. Enquanto isso corte em cubinhos a cebola e pique finamente o alho. Em um frigideira frite o bacon e refogue junto a cebola e o alho previamente picados. Reserve.

Quando a mandioquinha estiver cozida, retire do fogo e passe no liquidificador com a água do seu cozimento, completando com a água fervida até chegar a consistência desejada. Coloque o refogado no liquidificador e bata tudo junto.

Volte o creme para uma panela e deixe ferver em fogo baixo, acerte os temperos, sal, pimenta e noz moscada.

Para os croutons corte em cubinhos 4 fatias de pão de forma e frite-os em pouco azeite até que estejam dourados e crocantes.

Para servir basta colocar os croutons por cima da sopa e regar com um pequeno fio de azeite.

Vapt-Vupt, certo?

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