sal e sol

Categoria: Maternidade

Enquanto Olívia Dorme

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E finalmente eu percebi que enquanto Olívia dorme eu posso fazer várias coisas.

Madeleines, cookies, barrinhas e sorvetes artesanais home and hand made com amor, em breve!

Instagram:
@enquantooliviadorme

Encomendas:
enquantooliviadorme(arroba)gmail.com

O que a gente não faz por amor…

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Fiz. Bolo integral, sem açúcar pra gatinha. Gostamos todos, vai virar hit aqui em casa.

Ingredientes:
200 ml de suco de laranja
6 maças pequenas, descascadas e cortadas em cubinhos
1/2 xíc. (chá) de uvas passas branca sem caroço
1/2 xíc. (chá) de uvas passas sem caroço batidas no liquidificador
1/2 xíc. (chá) de tâmaras picadinhas
100 gr. de manteiga
2 col. (chá) bem rasinhas canela em pó
1 e 1/2 xíc. (chá) de farinha de trigo integral
1 xíc. (chá) de aveia em flocos finos
2 col sopa de fermento em pó

Modo de fazer

1 – Bata a maça com o suco de laranja até conseguir um purê. Reserve.

2 – Hidrate as tâmaras picadas com o suco concentrado de maçã e laranja, as passas, a manteiga e a canela. Leve ao fogo baixo até a manteiga derreter. Tire do fogo e deixe esfriar.

3 – Pré aqueça o forno a 180 graus.

4 – Junte a farinha de trigo integral, a aveia e o fermento. Acrescente aos poucos a mistura de frutas já fria, mexendo com uma colher de pau até formar uma massa homogênea, sem precisar mexer demais. Não use batedeira.

5 – Despeje a massa numa forma untada e enfarinhada. Cubra com papel alumínio. Leve ao forno médio por cerca de 40 a 50 minutos. Não deixe passar muito disso, pois o bolo pode ficar duro e seco. Ele deve ficar levemente úmido.

Um caso de amor

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Nigel Slater é caso sério, de amor desmedido. Esse é um bolo que quero ter como memória afetiva na infância da minha filha. Memória afetiva que a gente constrói a partir de escolhas, engraçado né?! Achei que fosse puramente espontâneo, mas se eu escolho o que vou fazer, construo assim a “lista” das receitas que um dia ela vai lembrar com carinho. Se tudo der certo, como essa receita do Nigel.

Um bolo insuperável: bolo integral de maça, canela e marmelada de laranja.

Receita logo, logo, quando Olívia sarar do resfriado…

Por que correr?

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Por que eu comecei a correr?! Devo ter falado isso em algum outro post, mas gosto sempre de lembrar para mim mesma a admiração que sentia pelos corredores profissionais ou amadores desde sempre. O fato é que tentei algumas vezes e acabei meu primeiro-e-último-treino com a sensação de frustração total e colocando os bofes para fora. Foram anos e mais anos apenas admirando esses corredores até que um dia resolvi tomar coragem e começar. O marido, então ainda namorado e depois noivo, me ajudou muito e me acompanhou nessa empreitada. Mas o que me fez realmente começar foi um fato chato, bem chato como capotar com uma caminhonete gigante na Régis Bittencourt em pleno 25 de dezembro e resolver que é melhor fazer as coisas que você gostaria fazer e principalmente ocupar a cabeça entristecida pelo susto.
Foi assim que comprei o meu primeiro mizuno em um shopping de Sorocaba com meu sogro nos dando uma carona já que “caminhonete” jazia em pátio da Porto Seguro há alguns dias. Foi assim, antes ainda do reveillon que comecei minha promessa de ano novo. Foi um ano novo e tanto esse. Corri um bocado e cheguei alegre aos 11 km, mas a vida reserva surpresas e o nome da moça é Olívia, hoje com 2 meses e meio e uma bochechas rosadas e deliciosas.
Quando descobri a gravidez parei de correr, não por recomendação médica, mas por falta de disposição. Não tinha energia para carregar uma folha de papel e depois vieram os enjôos que me perseguiram até a 14ª semana de gestação. Eu que nunca tinha corrido na vida, mais do que aquele “primeiro-e-último-treino-com-a-sensação-de-frustração-total-colocando-os-bofes-para-fora” até os 26 anos, me imaginava correndo grávida, só que não.
Apelei para uma atividade mais calma e que não necessitasse da energia doida da corrida e fui feliz com o Pilates até o 8° mês de gravidez. E sentei e esperei Olívia chegar até que um belo dia…
Daí veio a fase mais doida da minha vida, a maratona insana da amamentação e da doação de leite.
E aí Olívia com 1 mês e meio começou a dormir a noite inteira, mas a mãe besta aqui continua acordando de madrugada até hoje achando que a moça está perdida entre os lençóis. Sonhos psicodélicos a parte, o fato é que com 45 dias de Olívia no mundo minha médica me deu alta da cesárea para fazer esportes, incluindo a minha amiga corrida. Sono longo a noite, alta médica, tênis limpinhos e vontade de voltar pra pista, era tudo o que eu precisava. Com marido viajando e passando fins de semana no interior onde é possível correr ao lado de casa, e voltar em apenas 5 minutos para os braços da minha pequena, comecei.
Eu pensei, e confirmei, que não seria uma volta fácil. 11 meses depois e com a cabeça atrapalhada de mãe de primeira viagem só confirmaram o que eu imaginava. Era recomeçar, e do zero. Bem do zero mesmo. Tipo correr 18 minutos e achar que já se passaram 45, igualzinho choro de criança que parece sempre muito mais tempo do que realmente foi. Além disso a cabeça, o coração e as pernas não quiseram entrar em sincronia. Cabeça dizia: você consegue, corra pelo menos 5 km. Coração dizia: eu acho que ela está chorando. E pernas entrando em colapso gritavam “vai tomar banho, cê acha mesmo que eu vou correr essa ‘maratona’ só porque você resolveu dar uma de corredora no pós parto”. Pois é meus amigos, como eu sempre digo, rapadura é doce, mas não é mole não.

Pesadelos a parte nas primeiras tentativas, tenho que compartilhar minha imensa satisfação em dizer que mesmo aos trancos e barrancos corri 2x por semana nas últimas semanas e tem ficado menos difícil (não significa mais fácil, ok?)

Ouvi dizer por ai que Paula Radcliff voltou a correr 6 dias depois que seu bebê nasceu e venceu a maratona de Londres naquele ano. claro que ela como atleta de elite tem músculos com memória e os meus sofrem de amnésia total, claro que ela deve ter tido um parto normal caso contrário sua barriga rasgaria no meio correndo uma semana depois de uma cesárea, claro que vencer a maratona tem a mesma chance de ganhar na mega sena quando não se aposta, para mim. Claro… Claro que um monte de coisas, mas correr é amar, é ter coragem, é sonhar que sim você pode correr uma maratona e ainda vencer no final dela, porque cá pra nós não é todo mundo que consegue passar 3,4,5 horas correndo. Terminar já é uma vitória. Eu não estou conseguindo nem 30 minutos direito e já escuto a criança chorar…
Mas a verdade é que correr para mim, agora, tem um novo significado. Preciso desses 30, 40 minutos só pra mim, sem Olívia ao meu redor, para colocar as ideias no lugar, apesar de não conseguir pensar em nada enquanto corro, só no próximo passo. Preciso ser uma mãe que dá exemplo. Que leva uma vida saudável, que cuida do corpo porque ele é a nossa casa, que come direito pois esse é o nosso combustível, que corre porque fica feliz depois de correr.
Preciso mostrar pra Olívia a primeira medalha que ganhei na minha primeira corrida de rua, 5 suados e felizes quilômetros, com gostinho de vitória. Falar para ela do dia doido do meu troféu e dos 50 minutos mais longos (até agora) nos quais só pensei em desistir, mas que me fizeram pensar em tanta coisa.

Falar para ela que vou correr e depois que corri um, duas, três maratonas simplesmente porque acho bonito e porque enfiei na cabeça que conseguiria e vou conseguir. E poder ter o prazer de vê-la colocar a minha medalha em mim.
E assim recomeça o meu longo e dolorido projeto de maratona…
#vemnenem

UPDATE: Escrevi o post há tanto tempo e não publiquei que agora a Olívia já está com quase três meses. Fico feliz em dizer que a pequena dorme a noite toda desde 1 mês e meio, mama 5 vezes por dia e estou conseguindo correr 40 minutos. Ou seja, vai melhorando com o tempo. Agora tenho uma treinadora que nunca vi, mas me passa planilhas por email e sigo assim, até tudo se transformar outra vez.

Feito à mão: Leite de Amêndoas ou outras nuts

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Sem ladainha sobre minha atual situação de restrição ao leite animal e seus derivados, mas ainda comentando que não se trata do modismo que transformou o leite de vaca no demo. Ando aprendendo a me virar desde que dona Olívia nasceu. Esse leite fácil de fazer aprendi com a necessidade, mas sei que será definitivamente incorporado aos alimentos que consumo. Delícia!

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Leite de Amêndoas, mas pode fazer com castanha do pará e outras castanhas

1 xíc. (chá) de amêndoas cruas, sem sal deixadas de molho por 8 horas.
Escorrer as amêndoas e lavar com água filtrada.
No liquidificador bater as amêndoas com 4 xíc. (chá) de água filtrada até quebrar as amêndoas por completo. Em um pano de queijo ou pano de prato super limpo drenar o leite das amêndoas para uma vasilha. Transfira o leite para uma garrafa limpa. O mais legal é que tem receitas por ai para utilizar a sobra das amêndoas. Eu fiz almond butter, tipo manteiga de amêndoas.

Se quiser aromatizar o seu leite use extrato de baunilha, mel, essência de laranja ou o que tiver vontade e coragem.

Bolo de Maça, Aveia e Canela, e o valor da insistência

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Desde que Olívia nasceu ando meio desorientada na cozinha, também não é pra menos, a pequena chora e o coração de mãe aqui vai logo ver o que está se passando. Claro que tenho aprendido a fazê-la esperar, o que me dá tempo de observar e tentar adivinhar o que ela realmente quer. Fome, fralda suja, desconforto, sono ou vontade de colo são as causas mais frequentes não necessariamente nessa ordem. De fato, passado o primeiro mês tudo se clareia, como disse minha amiga Dani. Os primeiros e extenuantes primeiros dias fazem qualquer marinheiro de primeira viagem pensar apenas em naufrágio e nada mais, mas mantendo a calma e tentando olhar a situação de fora é perceptível que cada dia é mais fácil do que o anterior. Claro que tem dias de cólica mais forte, ou irritaçãozinha, ou puro cansaço de um fim de semana mais agitado. Depois desses 53 dias ao lado da pequena você começa a perceber que pode contribuir para melhorar as coisas sendo sistemático. Tendo horário para as atividades e sendo um pouco chata às vezes. Desde que instituímos o horário do banho noturno e a saída proibida do quarto até a pequena dormir, garanto que minha rotina se transformou. Olívia tem dormido a noite inteira há uma semana. Isso quer dizer das 20h30 às 6h00, temos jantado juntos e consigo descansar mais, o que me dá ânimo para cuidar mais da casa, de mim (150 abdominais diárias que preciso para colocar um músculo solto no lugar) e ter forças para cozinhar.
Insistimos na hora do sono e funcionou. Insistimos na permanência dela no bebê conforto e tem funcionado. E tenho certeza de que preciso insistir mais no sling pois sei que é bom pra mim e pra ela, pois ficamos juntas inclusive, se não principalmente, cozinhando.
Dona Olívia já fez pão, Costelinha BBQ, Pancakes a la Martha Stewart e hoje seu primeiro bolo.

Quando perguntarem para ela quando ela começou na cozinha pode responder que foi quando tinha 15 dias!

#vaiolivia

A receita é fácil de doer e é daqui.

Eu senti…

… ciúme da chupeta.

A Pequena Padaria 10: Uma mão, um pão

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Voltar um pouco para seguir em frente. Acho que vai ser assim agora. Um passo depois do outro com muita cautela e a baixinha sempre por perto.
Depois de muitos pães horrendos nas milhares de tentativas frustradas e farinha de trigo desperdiçada, panificar começou a fazer sentido e bem pra mim. Porém, o trabalho diário é tudo. E meus pães só melhoraram quando comecei a trabalhar arduamente na cozinha. O resultado desse esforço foi poder comer pães gostosos que eu havia congelado durante esse primeiro mês da Olívia. E foi justamente quando o último dos moicanos foi para o forno ontem de manhã que comecei a ficar preocupada. Seria o início de uma triste jornada de pão industrializado todo dia, não fosse o sling e minha insistência em fazer a pequena ficar lá. Ainda não posso cantar vitória pois a baixinha entrou lá dormindo depois de uma noite de cólicas. Talvez nem tenha se dado conta do que aconteceu, mas eu, com duas mãos semi-livres (semi porque rola um medinho de soltar ela completamente) pensei e agi rápido. Não sabia quanto tempo esse luxo ia durar e recorri àquelas que foram as precursoras de um monte de bolos gostosos que consegui fazer: Receitas de liqüidificador!
Confesso que os bolos são menos esquisitos do que um pão preparado dessa maneira. Mas é o que tem pra hoje meu Brasil. Melhor um na mão do que dois voando. E, convenhamos, depois da fase crítica de bolos de liqüidificador, veio a bonança com a batedeira. Eu acredito que logo mais conseguirei sovar com ela a tira-colo. É só uma questão de tempo, paciência e insistência.

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Pão de Liquidificador (daqui)

INGREDIENTES

3 ovos inteiros
1 sachê de fermento biológico granulado
1/4 de xícara de leite de coco misturado a 1/2 de xícara de água
3 colheres de sopa de óleo vegetal
1 colher de chá de sal
3 colheres de sopa de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo*
* Você pode usar 1 1/2 xícaras de farinha de trigo branca e 1 1/2 xícaras de farinha de trig integral. Para quem quer fazer o pão sem glúten, use a mistura de farinha sem glúten que você encontra em lojas de produtos naturais. Eu também gosto de acrescentar a essa mistura uma colher de amaranto ou linhaça. Não altera o sabor e fica super nutritivo.

PREPARO

Coloque todos os ingredientes, exceto a farinha, no liquidificador e bata-os ligeiramente. Coloque a mistura de líquidos em uma vasilha e aos poucos vá adicionando a farinha e mexendo com uma colher. O resultado será uma massa homogênea e pesada. Unte com óleo e enfarinhe uma forma de pão retangular. Aqueça o forno por 5 minutos na temperatura média e desligue-o. Coloque a massa de pão na forma e leve-a por 40 minutos ao forno aquecido, porém desligado para que a massa cresça. Após o tempo de crescimento, torne a ligar o forno e asse o pão por 15 minutos em temperatura média e mais 15 em temperatura baixa. Ele deve ficar dourado por fora. Retire o pão do forno, deixe-o esfriar por alguns minutos e desenforme-o. Depois de frio, você pode congelá-lo em fatias e reaquecê-lo no forno ou microondas.

Receita daqui:
http://www.semlactose.com/index.php/2012/06/21/pao-de-liquidificador/

chuvosa

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Às vezes me sinto chuvosa

A Pequena Padaria 8: Ciabatta pois eu tenho tempo de sobra

ciabatta inteira

A Ciabatta

ciabatta corte

Aerada e gostosa, eu confesso que me surpreendi

Eu fiz, porque não tinha nada melhor para fazer. Olívia está numa preguiça só e ainda não insinuou que quer nascer. Afinal pra quê sair do forno quentinho e enfrentar essa loucura desmiolada de São Paulo?

Tinha um pouco de receio de fazer a ciabatta depois da 37a semana de gravidez, pois a preparação começa no dia anterior com um pré-fermento chamado biga, que deixa esse pão maravilhosamente aerado.

Como minha médica me afirmou categoricamente que não tinha a mínima chance de dona O. nascer por esses dias eu concluí que teria todo o tempo do mundo para pré-fermentar, fermentar, descansar, crescer, modelar e tudo mais que fosse necessário na minha cozinha. E foi isso que eu fiz! Fiz com medinho no coração, mas fiz. Não estava muito animada para encontrar com um pré-fermento abandonado em cima da mesa depois de três dias de maternidade. Certamente ele teria se transformado em um monstro, mas tudo correu bem e a ciabatta ficou uma delícia.

Foi a primeira ciabatta de produção independente, pois a primeira-primeira tinha feito em sala de aula. Não recomendo começar a fazer pães por essa produção, pode ser confuso, além de trabalhoso. Sempre melhor começar com alguns pães mais simples e dando tempo para entender como cada elemento da padaria reage. Confesso que ainda não me sinto super confortável em fazer ciabatta, poderia ter me detido em outras receitas mais simples e não menos gostosas até ter o “feeling” na ponta dos dedos, no gancho da batedeira e no coração de padeira.

Fiz seguindo os passos da minha ficha técnica e do livro do Bertinet, mas com uma receita que aprendi na escola. Ficou tão bom, uma pena que não tirei fotos do sanduíche que fizemos com mostarda, rúcula e lombo canadense.

biga

A Biga

Ciabatta

Pré-Fermento (fazer 16-24 horas antes do preparo do pão):

  • 200 gr de farinha de trigo
  • 6 gr de fermento biológico fresco
  • 120 ml de água

Misture os ingredientes acima listados até obter uma massa grosseira. Coloque a massa em uma tigela e cubra com filme plástico frouxamente. Coloque um pano de prato limpo por cima e deixe descansar por 17-24 horas em um lugar protegido de correntes de ar.

Para a ciabatta:

  • Biga (receita do dia anterior)
  • 200 gr de farinha de trigo
  • 6 gr de fermento biológico fresco
  • 8 sal
  • 140 ml de água
  • 6 ml de azeite
  • 6 g de açúcar refinado
  • 30 ml de azeite para untar
  • 100 g de farinha para polvilhar

Com a biga feita no dia anterior, ligue o forno para deixar a sua cozinha mais aquecida e o forno atingir uma boa temperatura.

Misture em um bowl ou na tigela da kitchenaid: A farinha e o fermento biológico fresco, esfregando entre as mão para ele se misturar bem. Adicione o sal, o açúcar e a biga. Acrescente a água e o azeite. Com a ajuda de um raspador misture tudo, enquanto gira o bowl com a outra mão. Quando os ingredientes estiverem combinados comece a bater com o gancho da máquina ou usando o método Bertinet de sova e adição de ar a massa. Eu confesso que fui para a batedeira… nem preciso explicar a canseira que dá com esses 10 quilos a mais e 9 meses de gravidez que não acabam.

Bata até a massa ficar elástica, leve, flexível, por uns 5 -10 minutos aproximadamente. Retire-a da tigela e transfira-a para uma superfície de trabalho levemente untada com óleo e faça uma bola.

Coloque essa bola em uma tigela ligeiramente untada com óleo ou azeite e deixe descansar por 1h30, coberta com um pano de prato limpo, até crescer (e cresce bastante), ficar leve e espumosa. É uma coisa linda, eu garanto!

ciabattas

Ciabattas descansando tranquilamente igual a uma menina que eu conheço. : /

Passado esse tempo polvilhe generosamente a superfície de trabalho, dobre a massa ao meio e estique cuidadosamente. Polvilhe farinha por cima e divida em 4 tiras mais ou menos iguais com a ajuda de um cortador de pizza. Transfira as tiras para uma assadeira, coberta com um pano de prato limpo, polvilhado com farinha, cubra com outro pano e deixe crescer.

Com uma assadeira polvilhada ou uma tábua de madeira (caso vá assar seu pão em uma pedra) com farinha já preparada, pegue uma ciabatta por vez e coloque-a na assadeira/tábua dando uma leve esticada no comprimento para dar sua forma característica de chinelo. Repita com as outras.

Abra o forno e umedeça com o borrifador, coloque rapidamente a forma dentro do forno ou a ciabatta em cima da pedra de assar, Reduza a temperatura para 220ºC e asse por 18-20 minutos, até ficarem marrom douradas.

Retire-as do forno e esfrie sobre uma gradinha/grelha.

Pronto!